Tenha um Relógio Solar de grande porte em sua cidade!

Relógio Solar de Médio e Grande Porte.

A partir de 1 metro de diâmetro.

*Antes de receber seu relógio solar ou projeto, será enviado um desenho em 3D para sua avaliação.

Feito em concreto, mármore ou granito são utilizados como fonte de informação astronômica e geográfica, adorno para jardins e marco referencial. Instalados em jardins, praças e parques com grande circulação de pessoas, tornam-se  verdadeiros laboratórios de ciências a céu aberto, despertando a curiosidade de quem dele se aproxima e consequentemente do logotipo de quem o construiu (Prefeituras, Empresas,etc.).

 

    Desenvolvemos projetos especiais para serem construídos em logradouros públicos, Clubes, Residências e Condomínios.

    Relógios solares de Médio e Grande Porte.

   Assessoria e acompanhamento da construção (Oferecemos suporte via Telefone, Skype, E-mail e pessoalmente).

    Desenvolvemos projetos que poderão ser construídos por nossa equipe ou pela sua!

   Entre em contato conosco e tire suas duvidas!

Relógio Solar de Médio e Grande Porte.

Feito em concreto, granito ou mármore são utilizados como marcos referenciais, instalados em praças e parques com grande circulação de pessoas se tornam-se verdadeiros laboratórios de ciências a céu aberto, despertando a curiosidade de quem dele se aproxima e consequentemente do logotipo de quem o construiu (Prefeituras, Empresas,etc.).

#- 1-Relógio solar - Praça do Jardim Paraíso - Catanduva - com 20 metros de diâmetro,  (relógio solar horizontal)

#- 1-Relógio solar - Praça Camões - Centro - Diadema- com 8 metros de diâmetro e 2,40 de altura, sendo o primeiro do Hemisfério Sul a contar com dois relógios solares de modelos diferentes, porém integrados. (relógio solar horizontal e equatorial)

#- 2- -Cemitério de Congonhas - São Paulo - Oitavado
Relógio Solar - Horizontal com 3 metros de diâmetro.

#- 3- -Colégio Pio XII- Morumbi - São Paulo - Relógio solar com Rosa dos ventos
integrada - Horizontal com 3,78 metros de diâmetro.

#- 4-Relógio Solar Oitavado com 2 metros de diâmetro - Cidade de Itu - S.P 

#- 5-Programa Centros de Bairro -Prefeitura de São Paulo - Área Parque Remo
Relógio Solar - Praça Santo Dias da Silva - (*2 metros de diâmetro).
 

#- 6-Programa Centros de Bairro -Prefeitura de São Paulo - Área Campo Limpo
Relógio Solar - Parque Araribá (*2 metros de diâmetro).
 

#- 7-Relógio Solar - Parque Ecológico de Indaiatuba (* 8 metros de diâmetro). Comemoração dos 50 anos do Rotary Club de Indaiatuba com o apoio e colaboração da Prefeitura do Município de Indaiatuba.

Relógios de sol projetados e construídos por Milton Barros.

 

 

Inauguração Relógio de Sol Parque Primetown - Campinas - SP - (Projeto e Construção by Milton Barros.) 11/03/2012

 

Relógio Solar Horizontal - Catanduva - 20 metros de Diâmetro.

 

1- Diadema

 

2-Cemitério de Congonhas

 

3 - Colégio Pio XII - Morumbi - SP

 

Residencial Móbile - São Paulo - 1,70 mt. de diâmetro.

 

Residencial New Gardem - Jundiaí - SP - 1,5 metros diâmetro.

 

Residencial Ápice Santana - Santana - SP - 2,0 metros de diâmetro.

 

5-Parque Remo

 

6-Campo Limpo 

 

Relógio solar de Indaiatuba 8 metros de diametro.

relogiosolar@projetorelogiosolar.com

 

PROJETOS ESPECIAIS:

 Projeto INTI - A Astronomia dos Incas / Documentário Os Filhos do Sol
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Descrição
Documentário realizado por equipe americanense e apresentação da atriz Lala DeHeinzelin, sobre a civilização Inca pela ótica da Astronomia, com todos os trabalhos sendo orientados por estudiosos brasileiros e peruanos, responsáveis por pesquisas científicas muito sérias, numa região em que raras câmeras de TV arriscaram chegar. A produção tem como eixo principal a famosa Trilha Inca a Machu Picchu, no Peru, sem dúvida uma das regiões mais belas e inóspitas da Terra.
Local
La Paz, na Bolívia; Cuzco e Machu Picchu, no Peru
Participantes
Carlos Henrique Amaral de Andrade - Físico e astrônomo, é um dos idealizadores do Projeto Inti e responsável direto pelo Observatório Municipal de Americana - OMA/SP;
Observatórios Municipais e Astronômicos de diversas cidades, entre elas, os municípios paulistas de Americana, Piracicaba e Diadema;
Universidad Nacional de San Antonio Abad Del Cuzco;
Prof. Alfredo Hinojosa Gálvez - Antropólogo e Guia Turístico Especializado. Trabalha na Universidad del Cuzco e atua no Projeto Inti desde a sua segunda etapa;
Milton Barros - Geógrafo. Trabalha no Observatório Astronômico de Diadema/SP;
Erick Miranda - Guia Turístico. Trabalha na Universidad del Cuzco;
Fernando B. Frizzarin - Cientista da Computação. Trabalha na Universidade Metodista de Piracicaba/SP (Unimep);
3marias Produtora Cultural.
 

Uma das culturas mais intrigantes e misteriosas até hoje, em todos os aspectos, é sem dúvida a Inca. Monumentos, templos e cidades misteriosas erguidas por este povo constituem um dos mais fascinantes enigmas à espera de uma explicação racional e coerente sobre esta civilização. Os Incas, ainda hoje, intrigam muitos historiadores, pesquisadores e amantes da Cultura. O Sol era o deus supremo para os Incas; tanto que até hoje, mais de 500 anos após a conquista espanhola, boa parte da população dos Andes trata este astro pelo nome carinhoso de Taita Inti, que significa Papai Sol. A extrema importância do céu e seus astros para a Cultura Inca e os conseqüentes desenvolvimento e evolução de seu território motivaram a elaboração do “Projeto Inti - A Astronomia dos Incas”, visando o melhor entendimento de sua História e, principalmente, de sua Arquitetura e Engenharia, já que, certamente, todo esse magnífico império tenha sido construído através de rigorosas observações do céu.

A arquitetura perfeita ainda intriga a ciência moderna: como transportavam pedras enormes e pesadíssimas se não utilizaram a roda? Como as paredes eram retas, se ainda não existiam instrumentos apropriados? Como milhares de pedras de granito branco foram recortadas em formas simétricas? Como justificar a precisão e a geometria com que cada pedra era acomodada para formar as paredes? Como sabiam da época certa para o plantio? Todos esses mistérios e muitos outros pretendem ser desvendados pelo Projeto Inti e apresentados neste documentário. Os estudos realizados pelo Inti já fizeram com que livros didáticos de geografia e história fossem alterados e tivessem informações errôneas corrigidas.

 

 

  Documentário
Como ação cultural, o “Projeto Inti - A Astronomia dos Incas” compreende a realização de um documentário para TV, em formato digital, com duração de 52 minutos. A produção tem como objetivo apresentar os mistérios já desvendados da Cultura Inca, mostrar os estudos sobre a civilização incaica pela ótica da Astronomia e suas contribuições para o conhecimento ocidental contemporâneo (tais como conceitos históricos, geográficos e arquitetônicos). O vídeo vai seguir o roteiro dos pesquisadores do Projeto Inti, que tem sede no Brasil e estudos desenvolvidos no Peru, onde começa a se desenvolver um turismo científico, voltado à Arqueoastronomia.
 
   
Conteúdo
O vídeo-documentário será composto por seqüências de ação e imagens que retratem:
I- O surgimento e o apogeu do Império Inca. Uma lenda e uma versão oficial contam a história da civilização incaica. Ambas serão contadas no documentário através de animações, desenvolvidas pela da pesquisa do traço artístico da cultura incaica.
II- Os paradigmas e mistérios que intrigam cientistas e estudiosos a respeito dos Incas, mostrando que a contribuição dos Incas para o conhecimento contemporâneo é muito mais científica do que mística.
III- O turismo científico, os vestígios da civilização incaica e as belezas naturais nas seguintes regiões:
A) La Paz, na Bolívia. Destaque para Tiwanaco, uma das primeiras, senão a primeira cidade fundada no continente americano, onde teve início uma das mais importantes civilizações pré-Incas.
B) Cuzco. Destaque para as igrejas (todas construídas pelos espanhóis com pedras Incas) e os museus.
C) Parque Arqueológico de Sacsayhuamán. Destaque para a estratégia da posição dos sítios arqueológicos, a relação dos antigos Incas com a Astronomia e a adoração dos Incas ao mundo astral.
D) Vale Sagrado dos Incas. Destaque para Ollantaytambo, que é uma das mais interessantes cidades do Vale e fascina pelos seus misteriosos ângulos, tendo sido construída inteiramente através de observações do céu.
E) Trilha Inca. Este é o foco principal do documentário devido à importância histórica deste trajeto, percorrido a pé, por milhares de pessoas, vindas dos quatro cantos do mundo, todos os anos, a uma altitude de até 4.200 metros, numa temperatura que pode chegar a 5 graus negativos. Sem dúvida, uma das regiões mais belas e inóspitas da Terra.
F) Machu Picchu. No aspecto cultural, é importante mostrar para quê e o modo como os antigos viviam na cidade, quem morava ali e o que faziam. Do ponto de vista científico, é interessante mostrar como foram feitas aquelas construções, que ferramentas foram utilizadas, por quê escolheram aquela região, como e por quê usaram os astros no seu dia-a-dia e como sumiram repentinamente.
G) Inti Raymi. Na data do Solstício de Inverno no Hemisfério Sul (que acontece anualmente entre os dias 20 e 24 de junho, dependendo da posição do Sol), a população de Cuzco realiza a Inti Raymi, a belíssima Festa do Sol. Os festejos são herança da cultura incaica, que tinha o Sol como o seu deus supremo.
 
 

 

 Projeto Relógio Solar nas Escolas
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Descrição
 

O USO DO RELÓGIO SOLAR COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DA GEOGRAFIA, ASTRONOMIA E CIÊNCIAS. 

ESTE PROJETO ESTÁ ABERTO ÀS ESCOLAS PARTICULARES , E A OUTRAS CIDADES QUE TENHAM INTERESSE EM IMPLEMENTAR O ENSINO DE ASTRONOMIA, GEOGRAFIA E CIÊNCIAS EM SUA REDE MUNICIPAL DE ENSINO.

SERÁ OFERECIDO NO OBSERVATÓRIO MUNICIPAL DE DIADEMA OU NA CIDADE INTERESSADA, UM CURSO PARA PROFESSORES  E ENTREGUE O KIT "RELÓGIO DE SOL" PARA SER UTILIZADO COM OS ALUNOS. 

Este  projeto diz respeito à questão do ensino da Geografia, Astronomia e Ciências no ensino fundamental e médio. Por experiências já vivenciadas por mim com alunos do ensino médio e fundamental é visível o problema que estes encontram em entender como ocorrem os dias e noites, por que há estações diferenciadas no ano, os desiguais climas que ocorrem em regiões diferentes no globo terrestre, por que os pólos da terra são tão gelados, por que há diferenças muito grandes de horários entre alguns  países , etc.

Para facilitar o aprendizado de Astronomia, Ciências e Geografia e sanar algumas dúvidas que perseguem os alunos ao longo dos anos é que se decidiu usar um instrumento utilizado há milhares de anos na orientação geográfica  e na marcação do tempo, trata-se do relógio solar, verdadeiro laboratório a céu aberto (gnômon).

 # Relógio Solar utilizado no ensino de Astronomia, Ciências e Geografia


 

FACILITANDO O ENTENDIMENTO DE CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA, ASTRONOMIA E CIÊNCIAS COM O RELÓGIO SOLAR.

O conteúdo de aulas de Geografia como: clima, coordenadas geográficas, fuso horário, estações do ano e movimento de translação e rotação da terra  e meio ambiente são assuntos que poderão ser abordados juntamente com o uso do relógio solar como apoio nas explicações do professor, já que o relógio solar pode ser comparado a uma miniatura da terra .Podemos utilizar todos esses conhecimentos citados acima na sua construção e utilização. Vamos ver a seguir alguns de seus usos:

 Coordenadas geográficas;

Para se saber localizar geograficamente e preciso conhecer o que é e como utilizar as coordenadas geográficas, na construção de um relógio solar é essencial este conhecimento pois serão necessárias para instalação do relogio solar para que este venha funcionar corretamente. portanto o aluno deverá por em prática o que aprendeu sobre coordenadas geograficas.Há três formas de obtê-las, uma e através de mapas específicos, outra e através do GPS (sistema de posicionamento global) e a última é através das estrelas, a partir do pólo sul celeste, o aluno poderá facilmente  instalar o relógio solar com ótima precisão, já que através desta observação ele estará encontrando a latitude do local onde ele esta.

Fuso horário;

Porque há diferenças de horário entre o relógio de pulso e o relógio solar ?

Uma questão interessante para se falar sobre fuso horário é justamente esta diferença entre os dois relógios , isso facilita o entendimento do aluno, uma vez que será preciso dar esta explicação utilizando o relógio solar como instrumento pratico para mostrar que a hora solar verdadeira é dada de fato pelo Sol, e que a hora do relógio de pulso e baseada em leis e acordos feita pelos homens para facilitar a vida política e comercial no mundo.

Movimento aparente do sol;

O Sol no decorrer do dia “Nasce pela manhã, fica a pino ao meio dia e se põe no final da tarde”- Esta afirmação que a principio parece correta, na verdade esta errada ! raramente se passa este tipo de informação ao aluno como realmente se deve, já que o relógio solar e uma pequena réplica da terra, logo podemos mostrar o que realmente acontece e que na verdade o sol só vai estar no zênite ou seja acima de nossas cabeças  em épocas distintas do ano, e somente para quem estiver entre os trópicos de câncer (hemisfério norte) e capricórnio (hemisfério Sul) . com a utilização do relógio solar durante um ano o aluno poderá observar que o Sol não nasce e se põe no mesmo lugar do dia anterior.Pontos cardeais;

Outro assunto polemico e a forma de ensino visto em livros didáticos em relação a ilustrações que mostram como  localizar facilmente as direções dos pontos cardeais. Infelizmente o que vemos é que basta você apontar sua mão direita para onde “nasce” o Sol que automaticamente você terá o ponto cardeal Leste, a mão esquerda apontara para o ponto Oeste, a sua frente estará o ponto Norte e atrás de você estará o ponto Sul. Como isso é possível se já vimos que o Sol “nasce” em pontos diferentes a cada dia, em um intervalo de um mês, por exemplo, o ponto cardeal Leste já estaria em uma localização muito diferente de um mês atrás. Com o uso do mais velho relógio solar o gnômon (haste ficada no solo verticalmente) você terá como traçar exatamente a linha meridiana local encontrando os pontos cardeais norte, sul e consecutivamente o leste, oeste com absoluta precisão, mostrando ao aluno que o Sol “nasce” do “lado Leste” e não exatamente no ponto cardeal Leste.

Estações do ano;

Em alguns livros didáticos podemos perceber que quando se mostra a localização da terra em relação ao sol  a elíptica  é mostrada com  muito exagero (na verdade a órbita da terra é quase circular)  e o sol esta sempre muito perto da terra em um dos lados (periélio), a idéia básica que se cria automaticamente é que é verão quando a terra esta próxima do sol e inverno quando esta mais afastada (figura 1). Mas ao observarmos o movimento aparente do sol e sua sombra projetada pela haste do relógio solar durantes as estações do ano, poderemos tirar conclusões surpreendentes relacionadas a esta questão.

figura 1- Órbita da terra erroneamente  mostrada em vários livros didáticos.

 

            Estas explicações serão encontradas com mais  detalhes e ilustrações no Guia Explicativo da Utilização do Relógio Solar.

 
 
 

 

 PROJETO BRASMADRI
 

 Projeto    Brasmadri                                

  Projeto Transformação Urbana e Reestruturação da Praça Benemérito José Brás

 Brasmadri/Universidade Anhembi Morumbi/Dárquia Arquitetura

 

 

     

As atividades de reestruturação da Praça Benemérito José Brás, localizada na região central da capital paulista, começaram a todo o vapor. Graças à união entre a Universidade Anhembi Morumbi, a Dárquia Arquitetura e Comunicação, os amigos da Praça e a Sub-Prefeitura da Mooca, o local, que fica em um dos bairros mais tradicionais de São Paulo, começa a ganhar cara nova.

     O projeto Transformação Urbana Brasmadri tem o objetivo de restaurar o ambiente da praça, integrando pessoas em oficinas e atividades, a fim de melhorar a relação humana com o meio ambiente.

      A iniciativa, que começou de forma concreta no último sábado, dia 4 de agosto, contou com várias atividades, entre elas a de Relógio de Sol e Esculturas, Mosaico, Jardinagem, Mobiliário Urbano, Playground e Consciência em Alimentação.

      Em paralelo às oficinas, os alunos do curso de Turismo da Anhembi Morumbi ficaram atentos ao cuidado com o meio ambiente. Sendo assim, demonstraram disposição e realizaram um mutirão para a limpeza do local, além de desenvolverem um roteiro de 13 atrações turísticas e culturais da região.

      A Praça Benemérito José Brás, com cerca de 22 mil metros quadrados, ainda receberá lixeiras, peças de playground e um acervo mobiliário feito de pneus, oferecidos pela Associação Nacional da Industria de Pneumáticos (ANIP). A participação da entidade tem a finalidade de proporcionar formas de reutilização de pneus velhos para reduzir o comprometimento do meio ambiente.

      Confira o calendário de atividades do Projeto Transformação Urbana Brasmadri e caso tenha interesse em participar, inscreva-se aqui ou entre em contato pelo telefone (11) 6606-8617.

     No último sábado (04/08) foi lançado o projeto Transformação Urbana BRASMADRI. Com a coordenação da Dárquia Arquitetura e Comunicação o projeto, a ser realizado durante o mês de agosto, tem o objetivo de dar um novo cenário na Praça Benemérito José Brás, bairro do Brás, em São Paulo.
Com a integração das pessoas em oficinas e atividades de melhoria da relação humana com o meio ambiente, por intermédio da arte, do esporte e do lazer o projeto proporcionará formas de reutilização de pneus velhos para reduzir o comprometimento do meio ambiente.
     A partir de pneus fornecidos pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), os participantes farão bancos, mesas para jogos diversos, lixeiras, peças de play ground e até esculturas com pneus. Todo esse material será utilizado para melhoria da área de lazer da praça.
Segundo Sirlene Zamboni Cervera, coordenadora do projeto, a “Transformação Urbana” propõe ações de arquitetura e relações. “Planejadas a partir do diálogo com a comunidade, tais ações se aplicam através de oficinas e atividades de melhoria da relação humana com o meio ambiente. Estimula com isto o vínculo com o espaço público para cultivar um cotidiano de esporte, lazer e arte, envolvendo a comunidade a manter seus espaços”, diz.
      O evento abrange desde oficinas de consciência alimentar, até a construção de um relógio de Sol com sucatas da região. Além de ambiental e cultural, a iniciativa apresenta ganhos econômicos como a redução de 1/3 dos custos de obra civil e ainda o aproveitamento de resíduos.
      Também está incluída na proposta um programa espanhol de estudos sobre o lixo "Basurama", que ministrará oficinas. A parceria, que agregou o nome BRASMADRI ao projeto, permitiu que a investigação contasse com olhar estrangeiro e gerasse o intercambio de experiência entre as cidades de São Paulo e de Madri, permitindo a reflexão sobre os pontos comuns que existem nas cidades.
      A técnica, que foi apresentada recentemente no I Fórum de Jovens Investigadores Urbanos, em Lisboa, defende soluções que envolvem a sociedade em mudança de hábitos, individuais e coletivos.
       Segundo Sirlene, esta edição do projeto tem sido um investimento, o projeto é realizado por doações, apoios logísticos e investimentos da empresa Dárquia. “Mas o objetivo do projeto é apresentar uma solução para espaços públicos e poder oferecer aos participantes uma remuneração, além de capacitar. Esta solução é sustentável e pode ser multiplicada em outros espaços sendo mais econômico que uma reforma convencional em praças pela economia de materiais e solução em planejamento arquitetônico”, diz.
      A proposta foi este ano apresentada na I Conferência de Jovens investigadores Urbanos em Lisboa, Portugal.
Reutilização de pneus
Atualmente existe no Brasil a Guerra dos Pneus, que tem como protagonistas duas grandes associações do setor, Associação Brasileira da Indústria de Pneus Remoldados (ABIP) e a ANIP.
        Conforme relatos de edições anteriores do Informativo Amigos da Carga, a ABIP, composta por empresas de pneumáticos remoldados do Brasil, defende a importação de pneus reformados, equanto a ANIP, uma das apoiadoras do projeto e responsável pela união das grandes fabricantes de pneumáticos e câmaras de ar no território nacional, como Firestone, Michelin e Goodyear, se posicionam contra a importação desse tipo de pneu.
        Independente dos interesses de cada associação a Guerra dos Pneus ganhou significativas dimensões internacionais, inclusive com briga judicial fora do Brasil. Quando perguntado para coordenadora do projeto sobre a guerra entre as entidades, já que as duas se utilizam do mesmo argumento de proteção ao meio ambiente, ela manifesta apoio para a ANIP. “Não nos parece necessária a importação de pneus reformados, apesar de que não acompanhamos esta guerra, o que sabemos  é que existem muitas soluções para os resíduos de pneus, mas ainda sobram pneus sem solução na cidade”, diz Sirlene.
       Além da ANIP, o projeto conta com apoio da ONG espanhola Basurama, Universidade Anhembi Morumbi, Coordenadoria de Obras da Subprefeitura da Mooca, Ministerio de Cultura da Espanha e Junta de Andalucía, Secretaria do Verde e Meio Ambiente, EPJ Pneus, Portobello, Itagres, Sociedade de Astronomia e Astrofísica de Diadema e Grafiteria e da ONG Homem & Natureza.
       Para aqueles que tiverem interesse em participar do projeto Transformação Urbana BRASMADRI podem se inscrever pelo site www.anhembi.br/ - campus centro, ou pelo telefone 11-6606 8617

O bairro do Brás na História de São Paulo

      O local escolhido é peculiar à história da formação de São Paulo. Sua identidade tem características marginais em pleno centro expandido da cidade, uma área que já é foco de revitalizações e está incluída nos planos das ações locais. Iniciativas privadas, como o campus da Universidade Anhembi Morumbi, que revitalizou a antiga fábrica da Alpargatas, é um dos exemplos que incentivaram melhorias na região.
       A Praça Benemérito José Brás é um ponto-chave para a circulação no entorno por ser um dos acessos ao metrô Brás. É também o caminho mais rápido ao Memorial do Imigrante e pode levar ao Largo da Concórdia, ao pólo de moda paulista e ao Centro Cultural CPTM Brás. Outro atrativo recentemente instalado sob o viaduto Alcântara Machado é a academia do boxeador Garrido, que multiplica sua iniciativa de transformar os baixos de um viaduto no Bixiga em uma academia de boxe.

 PROJETO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇãO JAPONESA.

 

 

 

PROJETO RELÓGIO SOLAR

"CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL"

   

     

MONUMENTO JAPÃO - BRASIL
COMEMORATIVO AOS 100 ANOS DA CHEGADA DOS
IMIGRANTES JAPONESES AO BRASIL - 1908 - 2008

Milton P. Barros – Geógrafo físico (Licenciatura e Bacharelado – Centro Universitário Fundação Santo André) foi Diretor do Observatório Astronômico Municipal de Diadema é coordenador geral da Sociedade de Astronomia e Astrofísica de Diadema, especialista em gnomônica, Professor e autor do “Projeto Relógio Solar nas Escolas”.

Apresentação
        
Os conceitos criados por Milton P. Barros, Geógrafo e especialista em Gnomônica, que vem trabalhado com este tema há vários anos como forma de facilitar o aprendizado da astronomia, ciência, matemática e geografia foram muito felizes, pois sintetizaram vários assuntos em um único monumento – o Relógio Solar - em especial  além do relógio de Sol horizontal, esta excelente figura nos remete a conceitos maiores, o Sol e a Terra e podem conter elementos significativos de nossa historia, cultura e conhecimento.

         Atualmente o Projeto Relógio Solar é usado para 4 fins significativos:

Monumentos em logradouros públicos para comemorar datas importantes de instituições filantrópicas e congêneres, servir como marco referencial local, destacar a logomarca de empresas.

Monumentos com propósitos educacionais, utilizando o relógio solar como um instrumento didático no ensino da Geografia, Astronomia e Ciências no ensino fundamental e médio

PROJETO 100 ANOS JAPÃO - BRASIL

O propósito deste projeto é unir tradição, cultura, educação, harmonia, amizade e utilidade.

O design deste projeto exclusivo alusivo aos 100 anos de migração japonesa ao Brasil reflete o conhecimento a cultura e tradição do povo japonês, já tão difundidos entre nós, brasileiros.

A finalidade deste projeto e instalar em praças públicas das cidades do grande ABC e em cidades onde haja colônias brasileiras no Japão relógios solares especificamente criados para esse evento, com o intuito de realçar os laços de integração neste Centenário de Amizade entre o Japão e o Brasil.

O relógio solar 100 anos Japão Brasil, tem por finalidade comemorar os atuais 100 anos de amizade e muitos mais no futuro, já que se trata de um monumento feito em concreto armado que terá uma vida útil muito longa, servindo como referência para posteriores comemorações.

Aproveitando as cidades e províncias que possuem cidades-irmãs brasileiras que promovem diversos intercâmbios entre elas.E ainda com base na confiança e simpatia resultantes de contatos em diversos setores, os seus povos vêm sentindo uma mútua curiosidade e interesse e vêm tendo uma compreensão cada vez maior dos costumes e da cultura de cada um. Graças a isso, o intercâmbio cultural tem sido muito incrementado nos últimos anos. O resultado destes quase 100anos de intercâmbio pode ser verificado no nosso dia-a-dia em diversas formas. Futebol, música, culinária, tecnologia, cultura etc., que cada vez mais ampliam os laços de amizade e respeito entre os dois povos.

Alem de ser um monumento esteticamente agradável de se observar, traz informações sobre astronomia geografia e ciências, tornando-se um verdadeiro laboratório de ensino a céu aberto, propiciando a quem dele se aproximar uma aula pratica e agradável com fenômenos naturais acontecendo diante de seus olhos, sendo que não será preciso um professor para explicar, porque o relógio solar é um instrumento didático de fácil compreensão.

Por essas facilidades de entende-lo, sua beleza estética, seu apelo educacional, e seu design simbólico é que recomendamos este projeto para fazer parte das comemorações do centenário de amizade Japão – Brasil.

Características do projeto:

As formas e cores deste projeto afloram símbolos tipicamente japoneses, destacando o monumento em qualquer lugar onde for exposto para a sua particularidade nipônica.

TSURU

         A ave Tsuru (tradução - grou ou cegonha), simboliza saúde, fortuna, boa sorte e felicidade (além de ser considerada como ave-símbolo do Origami).
Antigamente costumava-se pendurar estas aves de papel, no teto, para distrair as crianças, especialmente os bebês. Eram oferecidas também nos templos e altares, juntamente com as orações, para pedir proteção. Acredita-se que originalmente elas tinham apenas a função decorativa, e só mais tarde foram associadas às orações. 
         Atualmente, nas festas de Ano Novo, casamento, nascimento e em
comemorações festivas em geral, a figura do grou "tsuru" está presente nos enfeites ou nas embalagens de presentes. Como se pode depreender do exposto, é difícil dissociar o origami do cotidiano japonês. Desde os imemoriais tempos em que, guardar um quimono, pela manhã e à noite, era uma verdadeira aula de origami e até hoje, quando o manuseio de minúsculos componentes eletrônicos exige a total exploração da chamada motricidade fina.

BANDEIRA

Bandeiras que representavam o símbolo solar eram utilizadas por alguns clãs mais importantes no Japão antigo. Um registro dessas bandeiras aparece em anais escritos cerca de 600 anos atrás.
A bandeira como aparece, foi surgida como uma insígnia nacional por Lorde Nariakira Shimazu, chefe do poderoso clã Satsuma do Japão meridional.
A bandeira do Sol foi apresentada como símbolo da nação, inicialmente em 1860, por ocasião da viagem da primeira delegação diplomática enviada pelo Governo Japonês aos Estados Unidos.
         Em 1872, a Hi-no-maru (Bandeira do Sol) foi utilizada pela primeira vez numa cerimônia nacional, na inauguração da primeira ferrovia do Japão, pelo imperador Meiji.

A outra bandeira


         Durante a Segunda Guerra Mundial uma outra bandeira japonesa era hasteada nas bases militar e utilizada pelos soldados, de modo que ficou em bastante evidência, pois até hoje permanece no imaginário das pessoas. Trata-se da bandeira conhecida como insígnia naval, ou bandeira do Sol nascente.

         A bandeira naval possui 16 raios que se estendem do Sol às bordas da bandeira, foi introduzida em 1889 e utilizada até o final da Segunda Guerra Mundial.            .        Muitos podem concluir erroneamente que a bandeira naval serviu como uma espécie de protótipo para a bandeira Hinomaru, o que é falso, pois ambas as bandeiras já existiam na época do conflito mundial. A insígnia naval foi banida pelo Tratado de São Francisco, o qual proibia o Japão de ter as suas próprias forças armadas, mas em 1952 começou a ser utilizada para representar as forças de autodefesa. A força naval readotou-a em 1954.

Estas características serão usadas na confecção do relógio solar exclusivo para comemoração do Centenário de Amizade entre o Japão e o Brasil, tornando-o um dos símbolos deste evento, já que o intuito  é que não sejam construídos somente no Brasil, mas que também ultrapassem fronteiras e sejam vistos e apreciados por brasileiro e japoneses no país do Sol Nascente.

O que são os relógios de Sol


A construção dos relógios de Sol datam de muitos anos. Sempre foram, conscientemente construídos com o intuito de medir o tempo, o que parece óbvio, mas é certo que as civilizações antigas chegaram até as técnicas de construção destes equipamentos através de muita observação de seu meio-ambiente, edificando as bases da astronomia, vendo os movimentos gerais do Sol, o nascer e o ocaso, além de comparar tudo isso com as estações do ano.Muitas vezes a relação dos povos para com os movimentos dos astros em geral tinha a base eminentemente na religião onde, através da mitologia, as constelações recebiam seus nomes.

Inconscientemente o respeito para com os movimentos dos astros e da Terra reside nas religiões antigas, que tinham nos astros algumas das inspirações mais comuns. Talvez pela relação mítica, os relógios de Sol continuaram a ser construídos durante milênios até hoje. Independente disto, a medição do tempo através da sombra de um gnômom, elemento que produz a sombra em cima de um suporte dividido em partes, chama a atenção e atrai observadores, que em primeira instancia são atraídos pelo desconhecido, pela curiosa medição do tempo feita por um equipamento que não necessita de eletricidade e tecnologias contemporâneas.

O uso de relógios de Sol, antigos ou atuais, remete-nos à grande movimentação do nosso planeta ao redor do astro que mantém a vida na Terra,ocasiona as estações do ano e nos orienta geograficamente. Desta forma, atrai pela curiosidade e acaba agindo como um elemento automaticamente didático e uma ode ao cosmo.

 A finalidade do “projeto elogio solar nas escolas” é explicar aos alunos como ocorrem os dias e as noites, por que há estações diferenciadas no ano, os desiguais climas que ocorrem em regiões diferentes no globo terrestre, por que os pólos da terra são tão gelados, por que há diferenças muito grandes de horários entre alguns países, etc.
Para facilitar o aprendizado de Astronomia, Ciências e Geografia e sanar algumas dúvidas que perseguem os alunos ao longo dos anos, se decidiu usar um instrumento utilizado há milhares de anos na orientação geográfica e na marcação do tempo. Trata-se do relógio solar, verdadeiro laboratório a céu aberto (gnômon).
Este projeto está aberto a outras cidades que tenham o interesse de implementar o ensino de astronomia, geografia e ciências em sua rede municipal de ensino.
Será oferecido no Observatório Municipal de Diadema ou na cidade interessada um curso para professores e será entregue o kit "Relógio de Sol" para ser utilizado com os alunos.  

Milton P. Barros

Características:

A calda do Tsuru será o gnomon, cuja principal finalidade será marcar as horas com sua sombra projetada no dial.

O dial terá aproximadamente entre 3 a 7 metros de diâmetro, e será um modelo padrão.

O dial terá números e letras em baixo relevo para uma maior duração e proteção contra as intempéries do tempo, a pintura será usa para destacar e dar harmonia ao conjunto. (inscrições em japonês e português)

Curso para professores poderem usufruir melhor deste monumento com alunos de escolas publica e particulares

CD ROM contendo materiais didáticos para um melhor aproveitamento do Relógio Solar  pelas escolas envolvidas no projeto.

Para que se concretize o ”Projeto Relógio Solar 100 anos de Amizade Japão – Brasil”, será necessário patrocínio, envolvimento da Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e do consulado japonês.

Milton P. Barros  -  Telefones para contato – 11-7323-4849 – 4043-0901

Milton P. Barros – Geógrafo físico (Licenciatura e Bacharelado – Centro Universitário Fundação Santo André) foi Diretor do Observatório Astronômico Municipal de Diadema, é coordenador geral da Sociedade de Astronomia e Astrofísica de Diadema, especialista em gnomônica, Professor e autor do “Projeto Relógio Solar nas Escolas”.

 

Bibliografia consultada:

 livro "ORIGAMI" de Mari Kanegae e Paulo Imamura )

Bandeira Japonesa .Fonte: ASEBEX (Almanaque do Bolsista 2001)

Projeto relógio solar- Milton Barros.

 http://www.projetorelogiosolar.com

 

Telefones: (11) 4043-0901 – 97132-5939 http://www.projetorelogiosolar.com

 

GALLERY

Flower Rose Butterfly Twin Flower Reflection

Latest Post

  • "Projeto Jardim das Estrelas - StarDust Planetário nas Escolas"